Já há que sugira candidatos para Presidenciais 2016. Pporque não Boaventura Sousa Santos? Porque não Carvalho da Silva? E porque não...
Mais importante que o Presidente da República, que pouco ou nada pode fazer por este País, é urgente pensar num Parlamento e num Governo com pessoas competentes e honestas que coloquem o interesse Público acima dos seus interesses pessoais e partidári...os. Ainda haverá gente dessa em Portugal?
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Dúvidas
"Se eu quiser falar com Deus" já não sei como, perdi-lhe o jeito non fim da adolescência. Encontrar uma alternativa a deuses tem sido busca infrutífera. E assim nasceu um agnóstico com tentação de ateismo.
Ode à lua
Umas vezes bêbado, outras lúcido, sempre peço à lua um pouco de luz quando a energia ameaça faltar-me. E a verdade é que um sorriso me ilumina e até acho piada que a vida sejaum bordel.
Votar ou não votar?
Em Portugal não há responsáveis políticos. Quem erra são sempre uns burocratas, muitos deles boys do partido que está no Poder. Pensando com isenção, quem tem moral para exigir a demissão de alguém? Apenas os portugueses que deveriam exigir a demissão destes políticos.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Cavaco presidente?
“Com a minha experiência, posso ajudar o País a encontrar um rumo”, afirmou Cavaco Silva na apresentação da sua recandidatura à Presidência da República.
A brilhante demonstração do valor da sua experiência é o resultado do seu mandato cujo rumo do País parece ser a insolvência política, económica e social.
Subscrevo a interrogação de Miguel Sousa Tavares: “Mais cinco anos para quê?”, considerando o discurso político de Cavaco Silva “tão vazio de ideias…” E tem razão quando afirma que “o problema com o candidato Cavaco Silva é que ele nem pode usar o argumento do candidato Tirica, no Brasil: “vote em mim, pior do que está... não fica”. É que estamos bem piores agora do que estávamos há cinco anos”, quando Cavaco foi eleito.
A brilhante demonstração do valor da sua experiência é o resultado do seu mandato cujo rumo do País parece ser a insolvência política, económica e social.
Subscrevo a interrogação de Miguel Sousa Tavares: “Mais cinco anos para quê?”, considerando o discurso político de Cavaco Silva “tão vazio de ideias…” E tem razão quando afirma que “o problema com o candidato Cavaco Silva é que ele nem pode usar o argumento do candidato Tirica, no Brasil: “vote em mim, pior do que está... não fica”. É que estamos bem piores agora do que estávamos há cinco anos”, quando Cavaco foi eleito.
Poupança!
Qual o impacto na economia se 50% do valor dos subsídios de férias e de natal de 2011de todos os que auferem mais de 2000 € mensais fossem pagos em títulos da dívida pública a serem resgatados em 2013 ou em 2015?
Poupança forçada, eu sei!...
E como exemplo de seriedade nas propostas de contenção despesas do Estado, o PSD ou o PS também podem propor: tecto para pensões vitalícias e atribuídas só após os 65 anos assim como proibição absoluta de pertencer a mais do que um conselho de administração ou órgão de gestão de empresas onde o Estado é accionista.
Poupança forçada, eu sei!...
E como exemplo de seriedade nas propostas de contenção despesas do Estado, o PSD ou o PS também podem propor: tecto para pensões vitalícias e atribuídas só após os 65 anos assim como proibição absoluta de pertencer a mais do que um conselho de administração ou órgão de gestão de empresas onde o Estado é accionista.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
OE 2011
A minha preocupação não é o chumbo do OE. Se é para penalizar ainda mais quem menos ganha, CHUMBEM-NO! A minha grande inquietação é que a alternativa a este PS corrompido é um PSD igualmente corrupto e pouco interessado em resolver os graves problemas do País mas sim em substituir os boys do PS nas administrações e lugares de topo do Estado.
Não deixa de exigir reflexão que os que mais apelam a que haja bom senso para aprovação do OE são tipos que ganham mais de 10.000 euros por mês, fazem parte dos conselhos de administração de várias empresas e ainda têm várias reformas.
Tanta demagogia fede.
Não deixa de exigir reflexão que os que mais apelam a que haja bom senso para aprovação do OE são tipos que ganham mais de 10.000 euros por mês, fazem parte dos conselhos de administração de várias empresas e ainda têm várias reformas.
Tanta demagogia fede.
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